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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Universidade Nova: Bacharelado Interdisciplinar

http://upepr.blogspot.com/
Ontem, assistindo uma reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo: Novos cursos ajudam estudantes indecisos na escolha da carreira, soube da postura de mais de 15 Universidades Federais com uma nova visão sobre a formação dos seus alunos. Elas estão apostando na Universidade Nova, uma forma de educação diferenciada, onde o foco é a área de atuação e não o curso específico. O diploma é de bacharel em área geral de conhecimento, como uma pré-graduação. Dar continuidade a formação específica fica a critério do aluno.

Bacharelados Interdisciplinares é o nome dados a esses novos cursos, nas áreas de Artes, Ciências e Tecnologia, Saúde e Humanidades. Juliana Holanda, na Revista Ensino Superior da Uol, na reportagem Opção pela Mudança, diz que "o currículo seria composto por Formação Geral Obrigatória, Formação Diferencial (optativas), Formação Profissional, e uma seqüência de cursos-tronco paralelos oferecidos durante todo o programa, como, por exemplo, língua e cultura brasileira e língua estrangeira moderna".

A princípio, acredito que esta nova visão de Ensino Superior vem minimizar a pressão da escolha profissional assim que os jovens terminam o Ensino Médio, dando-lhes o tempo maior para conhecerem melhor a área de atuação e suas possibilidades, além de facilitar seu ingresso na Universidade, uma vez que algumas, como a Universidade Federal da Bahia, oferecem 1500 vagas no Bacharelado Interdisciplinar; mas ao mesmo tempo, não resolve o "problema" daqueles que estão em dúvidas sobre a escolha profissional em áreas diferentes, como hoje percebo nas orientações dúvidas entre Ciências Contábel (Ciências) e Psicologia (Humanidades).

O importante aqui é que as Universidades estão se movimentando para atender as necessidades dos estudantes nos dias atuais, estão preocupadas em ter profissionais mais conscientes de sua escolha e atuação profissional. Cabe aos estudades analisar o que melhor se encaixa com os desejos, competências, habilidades e características de cada um e assim fazer a melhor opção de ensino.

Referências:
http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11880
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/08/novos-cursos-ajudam-estudantes-indecisos-na-escolha-da-carreira.html

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pais e filhos versus Mercado de Trabalho

Olá!!! A Educação sempre foi uma das maiores preocupações dos pais, que desejam um futuro promissor para seus filhos. Muitas vezes investem em escolas particulares e cursos extras de idiomas, informática e agora o Kumon tem sido muito procurado, por ser um método individualizado de estudo autodidático, criado em 1958 no Japão, por um pai que queria o melhor para seu filho, como qualquer um de nós.

Todo esse investimento em educação, na verdade nada mais é, que tentar proporcionar ao filho "um lugar no Mercado de Trabalho" ou quem sabe fazer deste filho parte dos empregadores do Mercado de Trabalho. Sabe-se que a o conhecimento é uma das competências exigidas nos dias de hoje pelas organizações e a capacidade de se auto instruir vem de encontro com essa tendência.

Porém, também se sabe que o conhecimento é só uma das competências que o Mercado de Trabalho exige, além disso temos as habilidades para realização das tarefas, que envolve talento e treino e as atitudes e comportamentos, que envolvem a personalidade do indivíduo e sua capacidade de agir com proatividade diante das situações. Sendo assim, o que os pais tem feito para ajudar seus filhos?

Algumas pessoas terão mais facilidade para o sucesso profissional por ser um traço de sua personalidade características como: liderança, determinação, persistência e ousadia; outras pessoas precisarão desenvolver essas características diariamente através da resolução de problemas corriqueiros ou complexos. Portanto, os pais precisam pensar em dar mais autonomia para seus filhos. Deixar que as crianças comecem a decidir coisas do seu dia-a-dia, como por exemplo: o lanche que levarão a escola, a roupa que usarão para um passeio, o brinquedo que levarão na viagem, como gastar a mesada (claro que com orientações do tipo: escolha uma roupa nova de frio para sairmos - as palavras nova e frio indicarão o tipo de roupa que a criança deve escolher, mas não tirará dela a autonomia); também como deixar o adolescente escolher que curso universitário seguir, mesmo que depois dessa escolha, já lá na faculdade, ele resolva desistir. Tentativa e erro, sempre foi uma das melhores formas de aprendizado.

Uma outra coisa para se refletir é que os pais são modelos para os filhos, que desde de pequenos começam a perceber os fatores positivos e negativos da vida pelos relatos e comportamentos dos pais. Portanto, se o trabalho para os pais é um sacrifício, assim este pode ser visto como sacrifício pelos filhos; o mesmo se o trabalho for gratificante e recompensador.

A relação com o dinheiro também é um fator decisivo para o sucesso profissional. Pessoas que vêem o dinheiro como o fim e não como o meio, ou seja, estão focadas apenas no montante e não no que o dinheiro proporciona: sobrevivência, relações sociais, estima, bens materiais, realização de sonhos... podem acabar fazendo escolhas erradas, baseadas em status e não na realização do trabalho em si. Os pais devem estar atentos nos valores que apresentam aos seus filhos e na superficialidade em que vivem os momentos e os bens adquiridos. Crenças são repassadas de geração para geração: "tudo que vem fácil vai fácil", "de grão em grão a galinha enche o papo", "o olho do dono engorda o gado".

Enfim, não dá para garantir que os cuidados dos pais para os filhos vão proporcionar um futuro profissional de sucesso, porque na hora do vamos ver, são os filhos que terão que agir, usar todo esse investimento e orientações a seu favor; mas uma coisa é certa a probabilidade de sucesso é maior do que se os pais não fizerem nada para ajudar os filhos!!! Então, "melhor pecar pelo excesso do que pela falta"??? Também, não!!! O excesso de preocupação com o futuro dos filhos pode ser visto por eles como "pressão" e desenvolver uma ansiedade demasiada e uma insegurança quanto suas próprias competências, características essas que não colaboram para um bom lugar no Mercado de Trabalho.

Espero que tenham gostado!!! Deixem comentários, sugestões e quem sabe sua história profissional!!! Abraços!!!

Obs.: Tema do 12º do Grupo de Estudos de Psicologia Organizacional e do Trabalho realizado no mesmo dia da publicação.

Referências


domingo, 29 de agosto de 2010

Usando Mapas Mentais para o Ensino-Aprendizagem

Diante de tantas informações que recebemos diáriamente fica mais difícil a memorização de dados importantes para o nosso conhecimento e assim sendo as pessoas acabam tendo que reler, refazer, rever, para conseguir aprender.

Os Mapas Mentais são diagramas utilizados para a organização de informações e tarefas, planejamento de aulas e reuniões, elaboração de projetos e resumos, como pode ser visto com mais facilidade na ilustração abaixo:


Utilizando de ramificações, o Mapa Mental dispõe os conceitos por importância, áreas e grupos. Com muitas cores, imagens e palavras-chaves as idéias são desenvolvidas partindo de um tema ou assunto principal.

Os professores podem utilizar os Mapas Mentais para o planejamento e realização das aulas, como também estimular os alunos a utiliza-los para fazer anotações das teorias, resumos de textos e livros e para o estudo dos conceitos ensinados.

Na elaboração do Mapa Mental as pessoas podem criar formas e estruturas personalizadas, com cores e imagens que se relacionam com os seus próprios conceitos e idéias. Quanto mais familiar o Mapa Mental se parecer com o seu criador, mas fácil fica a memorização e elaboração das idéias.

Abaixo segue um vídeo que explica como elaborar um Mapa Mental:



Espero que gostem da dica!!! Comentem!!!