Neste 2º encontro tivemos a participação de Lara e Priscila, já apresentadas anteriormente, e de um novo integrante: Marcos Anibal, Psicólogo em atuação na área de Gestão de Pessoas na cidade de Goiania, GO.
Alguns dos integrantes não puderam comparecer, mas no próximo encontro estão confirmados presentes.

De acordo com os relatos do grupo, as empresas e instituições estão se organizando conforme o tipo de atividade realizada ou serviço prestado. Algumas dispensam os funcionários nos horários dos jogos, outras disponibilizam tvs e telões para que os jogos sejam assisitidos no próprio trabalho e outras ainda não dispensam nem disponibilizam que os funcionários assistam os jogos, como é o caso dos órgãos de saúde, caso este compreensível.
As discussões surgidas sobre o assunto foram: qual a melhor forma de se organizar pensando na produtividade dos funcionários? Que recursos as organizações poderiam utilizar para tornar o período Copa um momento promotor de motivação?
Todos defenderam a idéia de que as organizações precisam decidir junto com seus funcionários, levando em consideração o tempo despendido, o horário dos jogos, as metas a serem cumpridas, a reposição de horas, o desejo dos funcionários, a necessidade dos serviços para a população, o espaço físico da empresa, entre outros.
Todos concordaram também que é uma boa oportunidade para a empresa integrar seus funcionários, disponibilizando um lugar descontraído para assistirem aos jogos, com aperitivos e bebidas (não-allcóolicas), com o envolvimento de todos os setores, etc.
Conforme o assunto foi sendo discutido o grupo percebeu que alguns outros temas também podem ser pensados e tratados pelas organizações neste período, como é o caso do abuso de bebidas alcóolicas e os assidentes de transito. Pensando nas propagandas de cervejas tão intensas nessa época e utilizando do slogan: SE BEBER NÃO DIRIJA, para a redução dos assidentes, Lara sugeriu que as organizações e sociedades estimulassem a comemoração, famosa PASSIATA à pé e não de carros como é o de costume.
Porém, outra questão surgiu: com a passiata à pé reduziríamos o número de assidentes, mas não reduziríamos as bebidas e outros problemas continuariam, como as brigas de rua e os problemas de saúde ocasionado pela ingestão abusiva do alcóol. O patrulhamento policial intenso e campanhas de sensibilização foram citados como alternativas. Ficando aí, mais um assunto a ser discutido futuramente.
O grupo se mostra a cada encontro mais interessado em dividir experiências e conhecimentos, por isso, ficou determinado que os próximos encontros eu terei um co-mediador, com a função de auxiliar na pesquisa dos temas e na mediação das discussões. Sendo cada semana um co-mediador diferente.
Beijos e até a próxima!