Seguir por e-mail

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Comunicação Criativa e Consciente

http://agenciadagda.wordpress.com/
Na atualidade, estima-se que a Comunicação ocupe 75% da vida ativa de uma pessoa; o que mostra o quanto ela é importante e necessária para tudo que fazemos. Porém, ela é fortemente subjetiva, depende de quem emite como também de quem a recebe, o que a torna complexa.

Com a evolução dos meios de comunicação, ficou muito mais fácil e rápido se comunicar. De qualquer lugar a qualquer hora você pode falar com alguém por celular ou postar uma mensagem numa rede social. Todos estão "conectados" ou "ligados".

A internet se tornou uma aliada da vida moderna, nem sei o que seríamos sem ela!!! Esse texto mesmo não seria possível. Ela torna a LIBERDADE DE EXPRESSÃO verdadeira, permite que as pessoas realmente apresente sua opinião para o mundo!!! Mas.... ela exige cada vez mais o outro lado da liberdade, a RESPONSABILIDADE. Somos livres, mas responsáveis por essa liberdade. Podemos dizer o que pensamos e sentimos, mas temos que arcar com as consequências disso.

A Lei de Imprensa 5.250/67 revogada pelo Supremo Tribunal Federal, no Art. 17 defende que que não podemos ofender a moral pública e os bons costumes, podendo sofrer pena de detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa de l (um) a 20 (vinte) salários mínimos da região. Portanto, quem ofender publicamente a moral de alguém, seja esse quem for, pode sofrer tais consequências.

Além disso, alguns conseguem ofender a própria moral, publicando intimidades e se expondo de maneira desnecessária nas redes sociais. Esquecendo a dimensão que aquela publicação pode atingir. Quantas pessoas verão e compartilharão a publicação???

Empresas de Recursos Humanos tem utilizado as redes sociais para verificar ou encontrar pessoas com o perfil adequado para suas vagas. Tornando as redes sociais uma forma de seleção e fazendo com que os candidatos se preocupem mais com o que "postam", "curtem", "retweet", "seguem" e "compartilham". Como apresentou a reportagem Redes sociais se transformam em ferramentas para escolha de funcionários - Da Redação da TV Tem do dia 13/10/2011.

Quanto mais rápida e fácil a comunicação, maior é a atenção que devemos dar a ela. Quantas informações erradas ou imprecisas encontramos na internet ou recebemos por ela???

O mais interessante é que a internet tem proporcionado as pessoas serem mais Criativas. Vídeos, piadas, textos sendo criados o tempo todo e publicados em sites e blogs; permitindo que talentos sejam descobertos, revelados. Simples frases postadas em murais mostram criatividade, boas ideias e são compartilhadas por amigos e desconhecidos.

A Criatividade é "tamanha" que as pessoas estão revindicando seus direitos de consumidor através da internet por vídeos e textos, como mostrou uma reportagem do Fantástico no Domingo 16/10/2011.

Saber se comunicar sempre será uma arte, que exige de cada um conhecimento, sabedoria e criatividade!!! Que as pessoas continuem "colocando a boca no trombone" de forma criativa porém consciente!

Referências
MATOS, Gustavo Gomes. Comunicação Empresarial sem Complicação: como facilitar  comunicação na empresa, pela via da cultura e do diálogo. 2ª ed. Manole: Barueri SP, 2009.
http://www.justen.com.br//informativo.php?&informativo=27&artigo=62&l=pt
http://tn.temmais.com/noticia/8/57695/redes_sociais_se_transformam_em_ferramentas_para_escolha_de_funcionarios.htm
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1676083-15605,00-CONSUMIDORES+USAM+INTERNET+PARA+RECLAMAR+DAS+EMPRESAS.html

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Universidade Nova: Bacharelado Interdisciplinar

http://upepr.blogspot.com/
Ontem, assistindo uma reportagem do Jornal Hoje da Rede Globo: Novos cursos ajudam estudantes indecisos na escolha da carreira, soube da postura de mais de 15 Universidades Federais com uma nova visão sobre a formação dos seus alunos. Elas estão apostando na Universidade Nova, uma forma de educação diferenciada, onde o foco é a área de atuação e não o curso específico. O diploma é de bacharel em área geral de conhecimento, como uma pré-graduação. Dar continuidade a formação específica fica a critério do aluno.

Bacharelados Interdisciplinares é o nome dados a esses novos cursos, nas áreas de Artes, Ciências e Tecnologia, Saúde e Humanidades. Juliana Holanda, na Revista Ensino Superior da Uol, na reportagem Opção pela Mudança, diz que "o currículo seria composto por Formação Geral Obrigatória, Formação Diferencial (optativas), Formação Profissional, e uma seqüência de cursos-tronco paralelos oferecidos durante todo o programa, como, por exemplo, língua e cultura brasileira e língua estrangeira moderna".

A princípio, acredito que esta nova visão de Ensino Superior vem minimizar a pressão da escolha profissional assim que os jovens terminam o Ensino Médio, dando-lhes o tempo maior para conhecerem melhor a área de atuação e suas possibilidades, além de facilitar seu ingresso na Universidade, uma vez que algumas, como a Universidade Federal da Bahia, oferecem 1500 vagas no Bacharelado Interdisciplinar; mas ao mesmo tempo, não resolve o "problema" daqueles que estão em dúvidas sobre a escolha profissional em áreas diferentes, como hoje percebo nas orientações dúvidas entre Ciências Contábel (Ciências) e Psicologia (Humanidades).

O importante aqui é que as Universidades estão se movimentando para atender as necessidades dos estudantes nos dias atuais, estão preocupadas em ter profissionais mais conscientes de sua escolha e atuação profissional. Cabe aos estudades analisar o que melhor se encaixa com os desejos, competências, habilidades e características de cada um e assim fazer a melhor opção de ensino.

Referências:
http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11880
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/08/novos-cursos-ajudam-estudantes-indecisos-na-escolha-da-carreira.html

Adicionar legenda

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A arte de Negociar

Recebi hoje por e-mail de um amigo de trabalho, Luís Antonio Lourenção. Não sei se é nova, mas para mim foi uma novidade, além de uma lição, uma diversão! O autor é desconhecido! Confiram e comentem! bjs

http://blog.sucessoagora.com/
A arte de negociar !
PAI - escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates...
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.
Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
PAI - Bill, eu tenho o marido certo para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.
Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
PAI - Sr. Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!

Moral da estória: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.


"Se um dia disserem que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: a Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic..." 


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Faculdade, uma oportunidade de emprego?

http://ponteparaosaber.blogspot.com/
Hoje em dia a faculdade é uma das formas de se conseguir conhecimentos para ingressar num bom emprego e subir na carreira profissional, e é claro para se ter o próprio negócio. Eu disse "conseguir conhecimentos", não um mero DIPLOMA, e para isso é preciso muito mais que frequentar 75% das aulas e ter média 7 nas disciplinas. Significa se comprometer, fazer sacrifícios, se envolver com os trabalhos e com os grupos de trabalhos, ter amigos, formar um bom network, administrar o tempo, ter disciplina, explorar os professores e seus conhecimentos, pesquisar, ir além do que é exigido...

A sala de aula muitas vezes é a chance que temos para mostrar nossas capacidades produtiva, mental e de relacionamentos, pena que nem todos os alunos percebem isso. Na sala de aula, ou mesmo pelos corredores da faculdade conhecemos pessoas que são empregadas em boas empresas, que conhecem pessoas que contratam em outras empresas, que estarão contratando pessoas um dia em alguma empresa e que com certeza se lembrarão daquele colega de sala que sempre fazia muito bem os seus trabalhos, que não faltava sem ter uma boa justificativa e que tirava boas notas, como também se lembrará daqueles colegas que só viviam encostados em outros colegas, sem contribuir nos trabalhos, que entregavam tudo atrazado, "pindurados" em notas e faltas.

Eu sei que a vida de Universitário é atrelada muitas vezes com a vida profissional, aluno e trabalhador, são os papeis da maioria que está dentro das Faculdades; mas, estar nestes papeis é uma escolha, e como toda escolha temos as conseqüências, então, é preciso encarar a maratona de avaliações e trabalhos da mesma forma que encara os projetos e metas de trabalho, firme e forte!

Não se iludam com a idéia de que uma coisa é ser aluno e outra é ser profissional, pois não é, princípios e valores são frutos do caráter e não dos papeis sociais, ou se tem ou não se tem. Não é possível ser um bom profissional sem ser um bom aluno, o que pode ocorrer (depois de muito arrependimento) é o mal aluno se tornar um bom profissional com as experiências da vida, aqueles tombos que precisamos levar para aprender, acho que todos nós sabemos quais são, não?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Forum: Namorando alguém do Trabalho

http://www.culturalivre.net/
As organizações de trabalhos se diferenciam por vários fatores: tipo de negócio, ramo de atividade, estrutura organizacional, cultura, princípios e valores. Algumas empresas tem regras rígidas que devem ser cumpridas a qualquer custo, outras são flexíveis dando mais autonomia para seus funcionários e outras ainda não ligam se as pessoas estão cumprindo ou não as regras.

O Namoro entre Colaboradores sempre foi tema de discussão no mundo do trabalho, tem organizações que não se importam, desde que isso não prejudique as funções desempenhadas pelo casal; outras não se importam desde que o casal não sejam subordinados um ao outro (Gerente e colaborador por exemplo); outras ainda não permitem para que não haja prejuízo no trabalho.

E na sua organização, é liberado namorar alguém do trabalho? O que você acha disso?

Obrigada pela Participação!!!


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Eu Quero e Desejo Existir


http://jacques-manz.blogspot.com/
É preciso dizer não a si mesma...
Às fantasias que perturbam...
Acreditar mais em si...
Calar mais...
Sair da defensiva...
Parar de se punir...
De demonstrar fragilidades ao outro...
De ter pena de si mesmo...
De se culpar por tudo...
Chega de dar explicações...
Logo se sentindo culpada... Mesmo que não seja...
Experimentar ficar quieta...
Não colocar-me mais em situações que não desejo...
Chega de medo...
De dar poder aos outros...
De me desmerecer...
De sentir-me sempre errada...  quando me desconsiderarem...
Raciocinar...  e não me desconsiderar também...
Reagir às agressões quando necessário...
Não dar informações desnecessárias...
Não submeter-me ao outro...
Não mais adotar o sofrimento como modo de vida...

Poema de Giseli Santos Pires - Psicóloga Clínica.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Escrever

Comemorando 1 ano do Blog Psicorienta, segue um poema:

ESCREVER é paixão, é doçura, é mostrar ao outro um pouco da nossa loucura.

ESCREVER é imaginar, é criar, é fazer palavras dançar.

ESCREVER é viver, é querer, mas principalmente é saber.

ESCREVER é entender, é conhecer, é também permitir aprender.

ESCREVER é buscar, é pesquisar, é encontrar as palavras certas para digitar.

ESCREVER é bom, é ação, é eternizar uma emoção.

ESCREVER é possível, é incrível, é trazer a discussão aquilo que parece indiscutível.

ESCREVER é arte, é vício, é tornar fácil o difícil.

ESCREVER é mágico, é encantador, é colocar em palavras o amor.

Obrigada por todos que compartilharam comigo cada texto escrito aqui. Sem os amigos leitores não haveria graça alguma ESCREVER. Valeu!!!


terça-feira, 24 de maio de 2011

Líder Dedicado, Integrado, Relacional ou Separado?

Fonte: http://nettoferrero.blogspot.com/
A Liderança é um tema muito discutido nas organizações pela importância que possui no sucesso de qualquer negócio. Ser líder vai além da capacidade de influenciar pessoas, é ter atitudeS e comportamentos adequados diante de cada situação.

Porém, as empresas muitas vezes não proporcionam uma estrutura que permita que o líder faça uma gestão adequada para as situações que aparecem no dia-a-dia. A falta de autonomia é um dos maiores problemas da ineficácia das lideranças.

Agostinho Minicucci (2002) acredita que a eficácia de um líder é vista quando este está diante de uma situação. Não são só as qualidades ou personalidade da pessoa que a determina como líder, mas a sua capacidade de agir e reagir diante dos acontecimentos.

De acordo com esse autor existem quatro estilos de lideranç,a conforme a maneira que elas se direcionam a tarefa a ser realizada e ao relacionamento interpessoal, que são: DEDICADO, INTEGRADO, RELACIONAL e SEPARADO.

"Nenhum dos estilos é eficaz por si só", como coloca o próprio autor, "sua eficácia depende da situação em que ele é usado". Por outro lado, um único estilo pode ser mais ou menos eficaz, dependendo da forma como a pessoa utiliza o estilo. O ideal é que o líder seja flexível diante das situações, utilizando o estilo que melhor for eficaz para aquele momento.

O Estilo DEDICADO seria aquele que se orienta mais para a tarefa do que para os relacionamentos, ou seja, é uma pessoa mais voltada para o trabalho. Este líder dirige o trabalho dos outros de forma resoluta e agressiva; é auto-confiante, ativo, de iniciativa, seguro independente e ambicioso, sendo ineficaz quando é AUTOCRATA, colocando a tarefa acima de tudo, sendo crítico, ameaçador, tomando todas as decisões sozinho, exigindo obediência e suprimindo os conflitos. É eficaz quando é um AUTOCRATA BENEVOLENTE, sendo alguém que confia em si mesmo e em seu modo de fazer as coisas, dicidido, de iniciativa, que avalia com eficácia tanto a qualidade como a quantidade de trabalho, buscando a alta produção mas sem provocar ressentimento pelos subordinados. Este estilo é mais adequado em liderança de produção e vendas, onde a pressão em relação ao resultado é muito bem vinda.

O Estilo INTEGRAL é aquele em que o líder consegue integrar o indivíduo à organização, preferindo a participação dos subordinados na tomada de decisão e responsabilidades distribuídas; se adaptando bem em gerências de alto nível. É ineficaz quando se apresenta INTRANSIGENTE, tentado minimizar o problema imediato ao invez de maximizar a produção ao longo prazo, perdendo o foco da tarefa. É eficaz quando é EXECUTIVO, ou seja, vê sua função como maximizador dos esforços dos demais, tanto nas tarefas de curto como de longo prazo; utiliza o trabalho em equipe para tomada de decisões e encoraja o desempenho das pessoas.

O Estilo RELACIONAL é voltado às outras pessoas, encontrando-se freqüentemente na área de Recursos Humanos. Costuma enfatizar o desenvolvimento profissional, é informal, tranqüilo, comunicativo, simpático, aprovador, acolhedor e amistoso, criando, na maioria das vezes, uma atmosfera de segurança. É ineficaz como MISSIONÁRIO, evitando conflitos, sendo agradável e amável demais, buscando a aceitação de si mesmo, evitando problemas. É eficaz como PROMOTOR, sendo percebido como alguém que inspira confiança, desenvolve ou procurar desenvolver as pessoas.

O Estilo SEPARADO tem baixa orientação para tarefa e para os relacionamentos. Pode ser ineficaz como DESERTOR, demonstrando falta de interesse tanto com a tarefa como com os relacionamentos; sendo apenas um seguidor de regulamentos, desistindo com frequencia dos objetivos e de baixa produtividade; evitando o envolvimento, não assumindo a responsabilidade, de pouca opinião ou de opiniões inúteis; mostrando resistência a mudança. Pode se eficaz no papel de BUROCRATA, em funções de pouca decisão mas que exigem rigidez com leis e normas, que exige confiança e sigilo absoluto, que necessita de muita observação e sistemática na execução.

Como coloca Agostinho Minicucci "em todos estilos, há um estilo único básico e dois complementares, um mais eficaz e outro menos eficaz". Não sendo os estilos categóricos, constinuem-se: DOMINANTE, DE SUSTENTAÇÃO E SOBRE-RECHAÇADOS. O Estilo DOMINANTE seria aquele mais utilizado, o de SUSTENTAÇÃO seria o segundo mais utilizados e os Estilos SOBRE-RECHAÇADOS, aqueles que o líder dificilmente utiliza diante das situações.

Acredito que lendo este texto você consiga identificar qual o seu estilo de liderança ou então, qual é o estilo de liderança do seu superior, mas Agostinho Minicucci elaborou através desta teoria, um teste psicológico para identificar exatamente qual é o estilo de liderança de cada um, chamado: TESTE DE LIDERANÇA SITUACIONAL (TLS), da VETOR EDITORA. Mas, como todos os testes psicológicos, só pode ser aplicado e avaliado por uma PSICÓLOGO registrado no CRP (Conselho Regional de Psicologia).

Um outro ponto que é importante destacar, um líder não nasce com um estilo de liderança, ele desenvolve e conforme as vivências podem ser alterados, por exemplo, um Líder DEDICADO com um bom desenvolvimento em relacionamento interpessoal pode passar a usar mais o estilo INTEGRAL.

Referência:
MINICUCCI, A. Teste de Liderança Situacional (TLS): manual. São Paulo: Vetor, 2002.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Ser Estagiário

Como professora universitária escuto muitas histórias sobre o "ser estagiário", exatamente no duplo sentido que essa expressão nos dá: a pessoa do estagiário e o estar no cargo de estagiário. Existem muitas piadas com relação a essa função de início de carreira, colocando o estágio numa posição de exploração.

Tirando a parte engraçada da história, porque é realmente engraçado ver os alunos falarem das suas próprias condições de forma tão bem-humorada, tem um lado muito sério e importante nisso: apesar de não ter todos os direitos e deveres de um funcionário comum, o estagiário tem que ser respeitado, orientado e integrado como tal.

Ser estagiário é muito importante para a carreira de um profissional, é um momento de auto-conhecimento, se pode colocar em prova as teorias, checar conhecimentos, analisar competências e descobrir uma área de atuação mais adequada ao seu perfil. Dependendo da forma como o estudante realiza seu estágio, pode garantir um emprego na própria empresa ou abrir portas para outras oportunidades no mercado de trabalho.

Muitas empresas preferem contratar estagiários por serem na maioria jovens, entusiasmados, dinâmicos, com iniciativa e vontande de aprender, além disso tem um custo menor para a organização e costumam responder as rotinas de trabalho com a mesma responsabilidade de uma pessoa já formada, ou seja, um "estagiário profissional".

Acostumados com as antigas formas de remunerar e beneficiar os estagiários, alguns empresários, depois da nova legislação, que dá ao estagiário mais direitos como: até 6 horas de trabalho diário, férias remuneradas de 30 dias depois de um ano ou proporcionais mais 1/3, estão alegando não ver vantagens em ter um estagiário. Como se a única vantagem fosse ter um custo de mão-de-obra baixo!

Enfim, como tudo nessa vida "Ser Estagiário" tem seus prós e contras, cabe a cada um que assume esse cargo, ter atitudes proativas para provar que a competência de uma pessoa vai além da sua posição hierárquica.

O site http://www.estagiarios.com/ tem todas as informações necessárias para quem é e quer contratar um estagiário! bjs...

Fonte: http://secretariadoexecutivo.wordpress.com/

terça-feira, 17 de maio de 2011

Projetando o Cotidiano Universitário por Lucas Decarli

Solicitei aos alunos do 1º ano de Publicidade e Propaganda da Fema que projetassem através de fotos e mensagens a sua rotina dentro da faculdade, pessoas-chaves, lugares, objetos... Ficou um trabalho melhor do que o outro. Este que estou postando é do aluno Lucas Decarli, ele simplesmente foi INTENSO, observem.

Caso tenha dificuldade em ler os slides é só clicar na foto que ela fica maior.










Agradecimentos ao Lucas Decarli que disponibilizou seu trabalho.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Por onde anda a Ética?

Fonte: http://cic2013.blogspot.com/
Situações como essas são vivênciadas constantemente no nosso dia-a-dia e o pior é que muitos consideram "normal". Estamos tão acostumados ao caos dos tempos que não conseguimos ficar indignados com a falta de ética, ou seja, com o mal comportamento das pessoas.

Muitas vezes me vejo refletindo sobre os valores que meus pais me ensinaram e o quanto é difícil mantê-los fielmente em minha conduta e ao mesmo tempo me manter competitiva no mercado de trabalho, pagar as contas durante o mês, ter vaga no consultório médico, conviver...

É claro, que temos muitos bons exemplos de pessoas éticas por aí, que colocam princípios como honestidade e fidelidade em primeiro lugar e conseguem ser bem sucedidas. Longe de mim, fazer falso moralismo aqui, minha intenção é provocar a reflexão sobre essa forma de enxergar o mal da sociedade.

O Comportamento Ético é aquele considerado bom socialmente, mas os valores estão sendo dia-a-dia distorcidos, então, como não achar "normal" determinados comportamentos? "Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão!". Robbin Hood, um mito do século XVIII, foi considerado herói porque roubava dos ricos para dar aos pobres, é um exemplo de falta de ética aceitável pela sociedade. Principalmente por ter sido roubado anteriormente pelo Rei Ricardo.

Enfim, mesmo que as pessoas tenham boas razões para faltar com a ética, não significa que elas devam. Um erro nunca vai justificar o outro. Afinal, por onde anda a ética?

domingo, 8 de maio de 2011

As Mamães e o Trabalho

Primeiramente, Feliz Dia das Mães a todos!!! Que este dia seja de comemoração, recordação, união, reconsciliação...

Aproveitando esse dia tão especial a todos nós, vamos refletir sobre como as mães vivem ou sobrevivem as rotinas familiar e profissional. Por experiência própria, posso garantir que não é fácil, rs! Para escrever esse texto mesmo, estou entre o computador e meus dois filhos de 6 e 2 anos, me solicitando o tempo todo para ajudar na tarefa, no desenho, na brincadeira... haja flexibilidade!!!

As mulheres conquistaram seu lugar no mercado de trabalho e provaram que suas competências não estão associadas ao seu sexo, mas a forma como utilizam seus conhecimentos, habilidades e atitudes. É claro que ainda existem funções que a fragilidade feminina e a força masculina se diferenciam, mas são excessões e não regras.

Essa crescente atuação das mulheres no mercado de trabalho, como aborda Alessandra Scorsafa em seu artigo Mãe e ser Mulher no Contexto Social e Familiar, "levou a conseqüências significativas em seu cotidiano. Esse processo social vem adquirindo uma dimensão estrutural no mundo contemporâneo, proporcionando, por exemplo, o aparecimento de métodos anteconcepcionais mais seguros, passando assim, o ter o poder seu próprio corpo e a possível gravidez, retirando de seu companheiro/esposo a decisão da procriação".

Uma outra alteração na rotina da mulher, foi a divisão dos trabalhos domésticos, hoje os companheiros são muito mais presentes nas rotinas familiares, cozinham, lavam louça, passam roupa, cuidam dos filhos, etc. Mas, mesmo assim, é como se os homens tivessem apenas fazendo um favorzinho as mulheres, as responsabilidades com o lar e com os filhos continuam sendo delas. Se alguma coisa some, fica suja, não é realizada, é a mulher que "paga o pato". Não que os homens sejam os únicos culpados por isso, não, as mulheres são as maiores responsáveis por essa condição. As mulheres se sentem nesse papel de Dona de Casa, a cobrança vem delas mesmas na maioria das vezes.

No site Administradores.com.br no dia 06 deste mês apresentou uma resportagem sobre as dificuldades que as mães encontram em conciliar o trabalho com a rotina familiar, e o texto apresentou uma pesquisa do Trabalhando.com que mostra que 57% das executivas têm dificuldade nessa conciliação, 34% dizem que a dificuldade está na falta de tempo para lidarem com os filhos.

As maiores dificuldades das mães com as rotinas do trabalho e da família, está realmente em suprir suas próprias espectativas como mãe, esposa e profissional. O tempo acaba sendo curto mesmo para que a mulher consiga realizar tudo o que deseja num dia. O equilíbrio entre as tarefas do lar e do trabalho é possível, mas exige muita organização, planejamento e determinação. Uma vez que a mulher encontra esse meio termo, com certeza realizará com mais qualidade ambas as tarefas.

Agora, não é nada fácil saber que seu filho ficou com febre em casa com a babá porque você tinha que ir a uma reunião de trabalho inadiável, ou por uma outra perspectiva, se esta reunião não fosse inadiável, com que cara essa mãe adia a reunião com a culpa que os problemas de casa estão invadindo o trabalho?

Pois é bem assim, as mães são extremamente exigentes consigo mesmas, por isso acabam se estressando com freqüência e ficando nesses dilemas existências de ser ou não ser uma boa mãe e ao mesmo tempo uma boa profissional. Mas, são essas vivências, esses dilemas, que transformam a mulher-mãe tão competentes em tudo que fazem e ganhando cada dia mais um lugar privilegiado no mercado de trabalho.

Abraçar o mundo não é possível, então, uma orientação que deixo as mães-trabalhadoras que trabalhem o suficiente para darem aos filhos o que eles necessitam e não o que eles querem; que não valorizem mais as atividades domésticas do que as atividades com os filhos; que tirem um momento para ficar sozinha, ir ao cabeleleiro, curtir o maridão... Não se cobrem demais!!! Apenas vivam cada coisa de uma vez!!!

E eu, vou me ouvir mais, rs... bjs

Referências

domingo, 1 de maio de 2011

Trabalho Enobrece o Homem?


Fonte: fotosearch
 Neste dia 1º de Maio, Dia Mundial do Trabalho, não resisti a criar um post que falasse sobre a importância que este tem na vida de todos nós. Para algumas pessoas o trabalho é tratado com tanto amor que são conhecidas como Workalovers; outras dão tanta importância ao trabalho que só fazem isso e são conhecidas como Workaholics; e outras ainda possuem aversão ao trabalho e são conhecidas por todos como "preguiçosas", "vagabundas" mas podem estar na verdade, com a Sindrome de Burnout.

Workaholic é uma expressão americana que vem da palavra alcoholic = alcoólatra, justamente porque significa que a pessoa é viciada no trabalho. Sua compulsão pelas atividades profissionais é tão grande que a pessoa não consegue se quer pensar em outra coisa. Tudo que faz é voltado para o trabalho, a família, diversão e amigos são planos secundários. Quando o Workaholic consegue um tempo para a família e amigos o seu principal assunto é o trabalho. Com isso, as pessoas do seu convívio acabam sendo as mesmas do trabalho, pois as demais não conseguem conviver com um Workaholic, é difícil competir com o trabalho dele o tempo todo. O Workaholic tem dificuldade em separar o trabalho da vida pessoal, então acaba trabalhando muitas horas por dia, finais de semana e provavelmente não tirando férias; assim não se casam ou se separam, não têm filhos ou não vêem os filhos crescerem. Mas, se o Workaholic perceber que está dando mais atenção ao trabalho do que deveria - e isso possivelmente só acontecerá se alguém lhe mostrar - ele poderá reverter essa situação, trabalhando com uma agenda, limitando o tempo de trabalho e determinando por dia atividades de lazer com a família e os amigos. Essa pessoa precisará muito da família nessa hora.

A Sindrome de Burnout é uma doença do trabalho e também é uma expressão americana que vem da junção de burn (queima) e out (exterior), representando que o trabalho é um risco para essas pessoas, porque o nível de stress é tão alto que elas "surtam" diante do seu "estressor" - O TRABALHO. As pessoas que possuem essa síndrome começam apresentar um comportamento irritadiço e agressivo, demonstrando não ter mais interesse pelo trabalho, chegando a não aparecer mais para trabalhar, sem se importar com as conseqüências disso. O sentimento de "aversão" é tão intenso que o trabalhador prefere as consequências de não trabalhar, do que enfrentar o trabalho. Geralmente, atinge pessoas extremamente exigentes consigo mesmas e que esperam dos superiores, colegas e clientes o reconhecimento do seu trabalho e não obtêem. A Sindrome de Burnout tem tratamento e é essencialmente psicoterapeutico, mas em alguns casos será necessário o uso de medicamentos (ansiolíticos ou antidepressivos). Uma vez diagnósticado nesta sindrome, o trabalhador tem direito por lei ao afastamento do trabalho até que tenha condições psíquicas para retornar.

Workalover apesar de ser uma expressão americana que significa apaixonado pelo trabalho, tem origem no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB). Através de pesquisas neste laboratório, identificaram que existem pessoas que trabalham demais como os workaholics, mas que fazem isso por prazer, por gostar demais do que fazem. Por terem amor no trabalho, conseguem aproveitar bem seu horário de trabalho e quando terminam o expediente não têem a necessidade de continuar pensando ou falando sobre isso, diferente dos workaholics que ficam com a sensação de que sempre ainda possuem algo a realizar, não terminado. A sensação de dever cumprido a cada dia aumenta o desejo pelo trabalho, mas não cobra da pessoa que ela só faça isso e sim que ela tem o direito de realizar o que quiser, com quem quiser, porque já fez o trabalho naquele dia como deveria. Os Workalovers são pessoas bem humoradas, bem sucedidas, que demonstram paciência com as atividades laborais, não estão preocupadas com a quantidade mas com a qualidade das atividades, estão muitas vezes dentro de escolas, universidades, gestões de desenvolvimento e treinamento, pois o amor pelo que fazem é tão grande que sentem a necessidade de ensinar sobre a outras pessoas.

Enfim, o trabalho enobrece o homem porque proporciona a ele a sensação de que seus conhecimentos, experiências, habilidades e atitudes podem fazer a diferença para a empresa e o mundo de forma geral. Porém tudo tem limites e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é essencial, caso contrário o que era para enobrecer na verdade empobrece e adoece.

Se for possível escolha trabalho em algo que você ama, se não puder escolher, então, se apaixone pelo que faz!!! E parabéns pelo seus dia: TRABALHADOR!

Referências:

terça-feira, 26 de abril de 2011

RH: Balcão de Reclamações?

A experiência na área de Recursos Humanos me fez perceber o quanto as pessoas adoram fazer reclamações. A procura pelo profissional de RH para "descarregar" insatisfações e descontentamentos com a organização, líderes, colegas de trabalho, salários, benefícios etc. é constante e inúmeras.

Acredito, porque sou funcionária também, que as pessoas se sentem seguras para dizer o que pensam no RH e também confiam que o RH tomará alguma atitude diante da reclamação. O que realmente ocorre quando a reclamação não é só uma reclamação, mas um fato, que pode prejudicar a organização e a pessoa a qualquer momento.

Mas, até que ponto o RH deve absorver todas essas reclamações? Quanto do seu dia o profissional de RH deve usar para essa tarefa? Como identificar se a reclamação é um fato?

Todas as reclamações devem ser ouvidas, SEMPRE, quantas vezes elas aparecerem. Porém, o profissional não deve transformar o RH num "balcão de reclamações", dar mais atenção do que necessita cada reclamação. Como também, o profissional não deve deixar tudo de lado, suas atividades o tempo todo, só porque alguém necessita falar com ele. Organização, planejamento é primordial também, não só as pessoas. Se o profissional não puder ouvir o funcionário naquele momento, peça que volte num outro horário, mas atenda-o no mesmo dia em que o procurou, porque no "calor dos acontecimentos" as pessoas conseguem dizer com mais facilidade o que realmente pensam.

Para identificar se uma reclamação é fato: primeiro, será preciso ouvir, sem a empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro) fica muito difícil conseguir ver o que realmente está acontecendo com o funcionário; segundo, o profissional deverá minimizar os sentimentos de raiva, decepção, desgosto e outros que costumam acompanhar as reclamações e nunca incentivá-los; terceiro, será necessário verificar as informações dadas na reclamação, com outros funcionários, com o próprio líder, mas sem levantar um conflito, discretamente; quarto, se ficar provado que a reclamação é um fato, deverá se propor uma ação corretiva imediatamente para o "responsável", caso contrário o funcionário que procurou o RH perderá a confiança e nunca mais relatará o que vê e com isso o RH poderá não ter mais suas fontes seguras de informação; quinto, dar um feedback ao funcionário que reclamou sobre a ação proposta ou já realizada sobre a queixa. Mesmo que a reclamação for só uma reclamação, o feedback continuará sendo necessário, porém, o profissional deverá esclarecer sua investigação, análise e orientar o funcionário a ver a situação de outros ângulos, até que o sensibilize.

Uma ação interessante e que minimiza o "balcão de reclamações" é o próprio RH buscar informações sobre o que está acontecendo na organização antes de virarem reclamações. Ferramentas como Pesquisa de Clima, que identifica a opinião dos funcionários a respeito do apoio da chefia e da organização, das recompensas, do conforto físico, do controle e pressão exercidos e da coesão entre colegas; observação da rotina de trabalho, dos relacionamentos, panelinhas, utilização de equipamentos; análise dos indicadores de desempenho: rotatividade e absenteísmo, produtividade, devoluções e reclamações de clientes; conversas informais pelos corredores da empresa, são formas de se conseguir levantar dados para o planejamento de ações preventivas a insatisfação.

O profissional de RH deve gostar de ouvir "reclamações", mas sempre com o foco em suas SOLUÇÕES. O problema é que muitos dos que gostam de ouvir, são os mesmos que gostam de dividir. Aí, não encontrará nunca uma solução, fazendo do RH um "balcão de reclamações".

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Primeiro Emprego #4

O último episódio do Meu Primeiro Emprego, apresentado por Max Gerihger no Fantástico, apresentou Dicas de consultores sobre os principais erros e acertos cometidos no ambiente de trabalho.

Percebe-se com a matéria que os erros mais comuns estão relacionados ao não cumprimento de regras; falta de comprometimento com os resultados; falta de ética na utilização de equipamentos, internet e materiais da empresa e não conseguir lidar com pessoas e trabalhar em equipe.

Já as qualidades apresentadas mostram a importância da liderança; saber comunicar idéias que deram certo e vitórias conquistadas; estar acima da média esperada pelos empresários; ter objetivos e metas definidos e planejados e ter humildade.

Esta série foi realmente muito importante para quem está em busca de uma colocação profissional, desde a questão da escolha pela profissão até como se comportar no ambiente de trabalho. E terminou com chave de ouro mostrando que NÃO SE DEVE PEDIR AUMENTO E SIM PEDIR OPORTUNIDADES. Com a oportunidade de desenvolver um novo trabalho, de mostrar novas habilidades, competências o aumento vêm por consequência.

Vejam o vídeo:

Fonte: Globo.com

Referência

domingo, 17 de abril de 2011

O Desorganizado

Administrar o tempo é algo que poucos conseguem fazer com sabedoria, mas ser desorganizado atrapalha muito essa tarefa.


Tem um canal no You Tube que eu gosto muito e sigo suas atualizações: organizesuavida. O vídeo abaixo foi postado nesse canal em junho de 2009 e continua atualizadíssimo com o que vejo acontecer diarimente nas organizações.

Assistam e me contem se são ou conhecem pessoas assim!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Primeiro Emprego #3

Em Meu Primeiro Emprego, apresentado neste domingo (10/04/2011) por Max Gerhinger no Fantástico, o assunto principal foi "falar em público", dificuldades que a maioria enfrenta no início da carreira e que se não for bem treinada, a pessoa pode passar a vida sem conseguir expor suas idéias diante de outras pessoas, principalmente quando se trata de pessoas com um nível de conhecimento igual ou superior ao seu.

As dicas que são dadas para uma apresentação foram: falar num tom que as pessoas possam ouvir claramente e devagar; manter uma postura física receptiva, ou seja, braços soltos e em movimento, permitindo a integração com os receptores da mensagem (nada de cruzar os braços ou colocar as mãos no bolso); evitar repetir a mesma expressão muitas vezes; tomar cuidado com gírias, jargões e palavrões, a maioria das empresas apesar de terem uma forma própria de expressão, dificilmente utilizam esses tipos de linguagem.

Mais uma vez ficou claro na série que estar disponível para as demandas da empresa é muito importante para quem quer garantir seu emprego ou conquistá-lo; mostrar interesse pelo trabalho, gostar do que faz, "ter brilho nos olhos", são fundamentais para o desenvolvimento dentro de uma organização.

Um ponto importante que foi destacado e que muitas vezes não se pensa, foi o momento das "brincadeiras". Quando, como e com quem brincar deve ser muito bem pensado, pois um momento que seria de descontração, humor, pode passar a sarcásmos desnecessários, pré-conceitos e até mesmo considerado como mobbing (violência psicológica).

Perguntar aos colegas e superiores opiniões a respeito do trabalho que está realizando pode ser uma boa forma de aproximação, gerar confiança e demonstrar respeito pelo conhecimento alheio. Além disso pode mostrar quem serão as pessoas que lhe ajudarão numa dificuldade futura. É preciso ter humildade no meio organizacional e estar aberto para aprender constantemente com a equipe. Porém sempre que houver a participação de outros colegas em seus projetos, deve-se mensionar essa ajuda, com humildade, reconhecer que o trabalho não foi só seu.

O vídeo completo em Globo.com, assistam!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tempo Gasto com a Vida Pessoal no Trabalho

Quanto tempo do seu expediente de trabalho você gasta com sua vida pessoal. Uma pesquisa foi realizada pela internet com 1600 pessoas e o Fantástico (03/04/2011) apresentou os resultados, confiram:


É incrível a capacidade de procrastinação!!! bjs...

Primeiro Emprego #2

Neste Domingo (03/04/2011) a série Meu Primeiro Emprego apresentada por Max Gehringer no Fantástico, trouxe a discussão o comportamento das pessoas quando estão diante da oportunidade tão sonhada do emprego.

Deixar a casa confortável dos pais e enfrentar uma cidade maior, mais movimentada, com menos conforto e com maiores dificuldades de locomoção, são um dos fatores que as pessoas em busca do primeiro emprego podem enfrentar.

Para quem busca uma oportunidade profissional, o trabalho voluntário pode ser uma grande chance de demonstrar competências e abrir as portas para o mercado de trabalho; porém muitos acreditam não ter as mesmas responsabilidades de quando se é contrato. Um engano, o trabalho voluntário tem as mesmas responsabilidades e exige dos profissionais as mesmas competências, com a diferença de não ser remunerado.


Max Gehringer dá uma dica para quem está iniciando um novo emprego: "tente se parecer com a empresa"; tenha como sua, a cultura da organização, vista-se como os demais funcionários, tenha os mesmos comportamentos. Isto gera conforto e maior confiança dos demais.

Uma outra dica apresentada na série é que quanto menos o recém chegado falar com o seu chefe ou ficar resmungando pelos cantos melhor será. Demonstrar iniciativa para ajudar os demais colegas enquanto não recebe outras orientações do desenvolvimento das suas atividades, também parece ser uma ótima ação.

Para quem está começando, uma atitude fundamental é não se negar as atividades nem aos horários proposto pela chefia, escolher o que fazer, não se dispor a trabalhar aos sábados, domingos e feriados, ou achar que uma ou outra atividade não é para o seu cargo, pode ser interpretado como falta de interesse ou até mesmo má vontade. Se aquele emprego realmente é importante, é necessário estar disposto a tudo, com o tempo e confiança dos contratantes, estes detalhes podem ser negociados.

O atraso mais uma vez apareceu como inaceitável, independente se é o início, meio ou o fim de uma carreira; ele mostra indisciplina, falta de administração de tempo e desorganização. Uma vez estabelecido um rótulo destes, dificilmente o profissional conseguirá reverter a percepção dos demais.

Fiquei feliz em ver o Presidente de um laboratório de análises clínicas receber a voluntária pessoalmente e ainda lhe entregar uma carta de boas vindas, demonstrando confiança, respeito e valorizando o ser humano.

A reportagem completa pode ser assistida em na Globo.com . Abraços!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Pessoas Difíceis!!!

Sempre quando desenvolvo equipes de trabalho surgem perguntas sobre como lidar com "pessoas difíceis". A maioria quer mudar a "pessoa difícil", como se isso fosse possível, rs. No livro Aprendendo a Lidar com Pessoas Difíceis o Dr. Rick Brinkman e o Dr. Rick Kirschner, apresentam maneiras bem interessantes de saber lidar vários tipos de pessoas difíceis.

1. TANQUE DE GUERRA
Para lidar com este tipo, que é agressivo, rude, escandaloso e poderoso, é preciso impor respeito. O “tanque de guerra” gosta de confrontos, é acusador e raivoso – ele é o rei do comportamento agressivo e atrevido. Mantenha- se firme, mas não contra-ataque. O melhor é demonstrar autoconfiança e concentrar-se na síntese do problema, além de deixar claro que vocês estão do mesmo lado. Na ânsia de controlar o processo e cumprir a missão, a pessoa tanque não se acanha de passar por cima de você, embora haja nada pessoal em jogo: você apenas ficou no caminho. Evite entrar na onda do tanque. Você pode ganhar a batalha, mas pode perder a guerra se ele decidir formar uma aliança contra você. Imponha respeito porque ele não ataca quem respeita. Lidar com pessoas agressivas exige reações categóricas.

2. ATIRADOR DE ELITE
Dissimulado, ele não esbraveja, prefere usar a sabotagem e comentários depreciativos. Este perfil exige que você aponte os holofotes, ou seja, coloque-o em evidência, tirando-o da toca. Quando as coisas lhe desagradam, ele tenta assumir o controle por meio do constrangimento e da humilhação. Ele é o rei das frases maliciosas e dos comentários sarcásticos. Seja através de comentários rudes, do sarcasmo mais cáustico ou mesmo de um movimento malicioso dos olhos, a especialidade do “atirador de elite” é deixar voe com cara de bobo. Então, proponha um futuro civilizado. Se ele se tornar um atirador, use a mesma estratégia para este tipo. O primeiro passo é tirá-lo de seu esconderijo, ou seja: expô-lo. Como seu poder deriva do trabalho feito às escondidas, quando você revela a posição do “atirador de elite”, ela perde sua eficácia.

3. GRANADA
Ele tem acessos de raiva e fúria desproporcionais às circunstâncias, mas que geralmente são em função da insignificância dada a ele. Geralmente se consideram desrespeitadas e ignoradas. Quando o silêncio se torna ensurdecedor, cuidado com o temperamento explosivo do tipo granada, que pode ter acessos de fúria de uma hora para outra: “Ninguém aqui se preocupa com isso! Esse é o problema do mundo de hoje. Nem sei por que eu ainda me preocupo com isso!” (Enquanto a pessoa “tanque de guerra” atira em um único algo, o “granada” explode, fora de controle, em todas as direções: os “ataques” do granada podem não ter nenhuma relação com as circunstâncias do momento.) Mostre sua preocupação ao falar com ele, mas pode usar um tom de voz mais alto ao pronunciar o nome dele, porém sem agressividade. Responder com raiva é como apagar incêndio com gasolina.

4. SABE-TUDO
Essa pessoa sabe 98% de tudo, fala horas sobre qualquer tema, porém não ouve os demais. É importante que você também esteja completamente a par do assunto. Este tipo controla as pessoas e as situações dominando a conversa com argumentos longos e autoritários. Eles têm pouca tolerância para correções e contradições. Esteja prevenido: você vai precisar voltar atrás com o “sabe-tudo” mais do que com qualquer outra pessoa difícil. Ele precisa sentir que você entendeu profundamente o brilhantismo de sua visão, antes que você possa redirecioná-lo para outro ponto de vista. Não fique ressentido com o “sabe-tudo”. Não é da natureza dele ouvir uma segunda opinião. Os ressentimentos levam apenas a discussões improdutivas. O “sabe-tudo” raramente tem dúvidas e sua tolerância para correções e contradições é baixa. Porém, se alguma coisa dá errado, ele apontará o culpado com a mesma autoridade: você! Seja, então, paciente, flexível e esperto ao apresentar suas idéias.

5. ELE PENSA QUE SABE TUDO
Induz facilmente os outros ao erro, pois é convincente na argumentação, mesmo não tendo domínio sobre o tema. Esse é um especialista em exageros, meias-verdades, jargões, avisos inúteis e opiniões não solicitadas. Carismática e entusiasmada, essa pessoa desesperada-por-atenção pode persuadir grupos inteiros de ingênuos e induzi-los ao erro. Na verdade, necessita de atenção, então, dê. Reconheça a boa intenção dele e foque no que realmente interessa, entretanto sem ser ameaçadora, resistindo à tentação de constrangê-lo. Mostre alternativas e o coloque ao seu lado.

6. PESSOA-SIM
Agradar a todos. Este é o objetivo da pessoa que só diz “sim”. Ela concorda com qualquer solicitação sem pensar nas conseqüências. Age lentamente e deixa um rastro de desculpas por promessas não cumpridas, tudo fruto da falta de organização. Em geral, promete muito e realiza pouco, ela deixa as pessoas furiosas. Fale francamente sobre sua postura, mas sem ser ofensiva, e elogie sua honestidade. Depois de entender por que não cumpre as promessas, faça um planejamento com ela, inclusive com cronograma de atividades, e comemore a cada etapa vencida.

7. PESSOA-TALVEZ
Não consegue tomar nenhuma decisão quando é algo importante. Não gosta de pedir ajuda para não ‘incomodar’ ou deixar os outros ressentidos, nem quer ser portador de más notícias. Pessoas com esse tipo de personalidade não gostam de ser repreendidas, por isso evitam tomar decisões. Afinal, a escolha errada pode desagradar a alguém e, até que a outra pessoa tome a decisão, ou ainda que a decisão se faça sozinha. Com isso, a pessoa “talvez” adia os problemas que precisa resolver – e isso acaba causando tanta frustração e aborrecimento que ela é deixada de lado pelos outros quando os relacionamentos são importantes e significativos. Estabeleça uma zona de conforto e a mantenha motivada. Para lidar com ela, deixe de lado a impaciência, irritação e pressão.

8. PESSOA-NADA
Esta é invisível, ninguém sabe o que se passa pela cabeça dela, feedback não entra na sua rotina. Geralmente é uma pessoa tímida, pouco à vontade e insegura. Como acha que não tem nada de bom a dizer, prefere ficar calada na maior parte das vezes. O silêncio pode ser uma forma agressiva que ela escolheu para se expressar. Podem até fazer um último comentário sobre os poderes implacáveis que não deixam as coisas darem certo: “Tudo bem! Faça do jeito que você está querendo. Mas não venha comigo se não funcionar!” Mas, a partir desse momento, a pessoa “nada” não falará nem fará nada. A idéia é quebrar o gelo, e para isso não tenha pressa, faça perguntas abertas (não podem ser respondidas com apenas um sim), mostre a ela que o silêncio pode ter conseqüências negativas.

9. PESSOA-NÃO
Indolente e desencorajadora, esta pessoa leva os outros ao desespero por causa do seu pessimismo. Certa de que o errado nunca será corrigido, a pessoa “não” não hesita em proclamar em alto e bom som como se sente: “Esqueça isso, já tentamos antes. Não funcionou daquela vez, nem vai funcionar agora. Desista e evite gastar energia com uma causa perdida.” Muitas vezes essa atitude acaba sugando as outras pessoas para o mesmo fosso de falta de esperança. A melhor forma de lidar com ela é deixando o trabalho fluir e aproveitar na negatividade dela informações valiosas que somente uma visão pessimista consegue enxergar.

10. RECLAMADOR
É horrível conviver com pessoas assim. O reclamador mergulha de cabeça nos problemas, reclama incessantemente e para ela tudo está sempre errado. Oprimido e esmagado pela incerteza que nos envolve, os “reclamadores” abandonam qualquer idéia de solução. Em vez disso, eles se sentem cada vez mais desesperançados e se agarram a qualquer problema que possa ser usado como prova para uma generalização em larga escala. Neste caso, você terá, ainda que isso lhe custe muito, ouvir suas queixas. Calma, anote os pontos principais, assuma o controle e direcione o foco para a solução. Como ela generaliza as reclamações, mande que seja objetiva e só depois volte a falar com ela sobre o assunto. Agora se isso persistir, você deve impor limites com mais rigor.

Referência
BRINKMAN, R.; KIRSCHNER, R. Aprendendo a Lidar com Pessoas Difíceis. 2ª edição. Rio de Janeiro, 2006.